People


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Pode ser sim que eu precisasse passar por isso, e que eu esteja exagerando nos defeitos e diminuindo as qualidades. Não é de todo ruim, não mesmo; Acabei, nesse meio ano escolar, fazendo algumas amizades até. Amizade com pessoas que não compartilham dos mesmos gostos que eu, na maioria das coisas, mas quem disse que isso importa de verdade? São pessoas legais, e principalmente, são as únicas pessoas que conseguem me deixar à vontade o suficiente para agir o mais próximo de como eu ajo com meus amigos ou com a minha família.Tenho muitas dificuldades para me abrir e fazer amizades, mas consegui algumas novas enfim; só espero mantê-las também.

É claro que eu não conheci apenas gente legal. Também teve os outros, pessoas que são exatamente tudo que eu não gosto. Como eu sei disso? Simples: eu me aproximei delas também, no princípio por supostos gostos comuns. Mas todas as que disseram ter gostos em comum, na verdade não tinham, era pura “pose”, porque acham que é “legal” ser de uma maneira ou de outra. No entanto as falsas -não no sentido anterior, de fingir gostos musicais e etc., mas em um sentido pior, de fingir gostar de pessoas-, por mais que estejam em todos os lugares, serão sempre as piores para mim. Gente que se diz sua amiga, e fala ou faz coisas contra você.

Tem todo tipo de gente no fim. Algumas que acabaram me conquistando, outras que quando passarem eu vou querer bem longe. Afinal, toda escola é assim: tem coisas que a gente gosta e coisas que a gente não gosta; tem gente que a gente gosta, e gente que é melhor manter longe; mas, mesmo agora, eu ainda sinto falta da escola velha, das velhas amizades, dos velhos corredores, da velha turma. E, simplesmente, eu não acho que isso vá passar.

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Almost Famous


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Esse é o primeiro post que eu escrevo sobre cinema, e é sobre um filme que pode não ser meu preferido, mas já entrou para a lista deles, quando eu o assisti hoje à tarde.

A primeira coisa que me levou a assistir “Quase Famosos” foi ter escutado minha irmã falar sobre ele, e sobre gostar dele e sobre o quanto era um bom filme, mas o motivo principal foi um post que ela fez sobre o filme.

Tenho que dizer que não entendo o filme e seus personagens tão bem quanto acredito que ela o faça, mas eu entendo alguma coisa. E gostei do filme sim, mas acho que o que mais me levou a isso foi identificação. Em todo filme, por mais fora da realidade que seja, eu gosto de tentar me colocar no lugar dos personagens, de tentar me identificar com algum deles. Isso é um fator que pode não ser essencial, mas definitivamente já é “algo a mais” para me levar a gostar do filme. Algumas vezes é bem difícil achar um personagem que seja pelo menos um pouquinho parecido, mas no caso de “Quase Famosos” a identificação para mim foi bem fácil, não por alguém já ter feito essa comparação, mas porque eu realmente consegui me ver no lugar do “The Enemy”.

William é considerado “not cool”, doce, observador, escritor… Dizem ao William que ele nasceu numa fase ruim para o Rock n’ Roll, que ele estava “morrendo”. Eu tenho certeza que nasci em uma fase muito pior, onde passada essa era de transição, estilos que não me agradam dominam. E ambos queríamos ter vivido no auge, ter vivido o rock na sua melhor época.

Mas, mais que isso, eu acho que ele se sente pressionado pelo mãe quando ela diz com tanta certeza o que espera dele para o futuro; ele guarda muita coisa para si mesmo, e são raros os momentos que ele resolve mesmo protestar contra uma atitude dos outros; e também por acreditar nas pessoas, no caso dele nos “rock stars”, mesmo sendo avisado para não confiar. Pode ser um ponto de vista “errado”, mas eu consigo ver isso no “The Enemy”. E eu me identifico com isso.

Eu não me lembrava bem do que minha irmã havia escrito sobre o filme, então antes de escrever aqui, resolvi reler. E eu concordo com algumas que ela escreveu. Também acho que nossa mãe seria bem parecida com a de William, porém menos radical. Acho que embora ela nos ame sim, e muito, ela também não nos dá muita chance de argumentar com ela.

E desde o começo, consegui ver minha irmã como Anita, a irmã de William. Não por ser a irmã, longe disso… talvez pelos problemas com a mãe, que felizmente a minha irmã parece ter menos agora… talvez pelo carinho com o irmão, ou pela forma que ela demonstra acreditar nele, mesmo que demonstre isso de uma maneira diferente… ou pela vontade de conhecer novos lugares, coisas novas… Não sei bem, nem se ainda agrada a ela, mas eu achei que Anita se encaixava perfeitamente bem. E pode ser que muita gente não dê nada por ela, mas se não fosse ela e sua mala cheia de discos que foram deixados debaixo da cama do “The Enemy”, nada teria acontecido, pois ele não teria conhecido o Led Zepellin, o The Who, ou Black Sabbath.

Bem, está aí, meu primeiro post sobre um filme. Ainda acho que falta alguma coisa, e que precisaria rever o filme 500 vezes antes de entendê-lo completamente, mas essa é uma parte da minha primeira interpretação de “Almost Famous”. (E sim Débora, um post sobre “Almost Famous” é para você comentar.)

Laços


Laços são uma coisa complicada. Mas eu acho que a expressão “laços” é muito boa para descrever os relacionamentos, afinal, existem laços mais resistentes e laços que podem ser facilmente rompidos. Laços que você cria, de amor e de amizade e que vão permanecer firmes, e laços que por mais que você tente simplesmente não permanecem atados.

Relacionamentos, em geral, são complicados. E eu não estou falando de amor de namorado, de amor de casal. Estou me referindo também aos relacionamentos de amizade, e aos familiares.

Família, entre todos esse, sempre foi uma das coisas que eu achei mais complicada. Pois não importa o que aconteça, a família tem laços de sangue, que não podem ser partidos. Mesmo que você não goste de sua família, vai ter que conviver com ela.

Eu acreditava, até algum tempo atrás, ser uma pessoa de sorte, porque na minha família (mãe, padrasto e irmã), a gente não brigava. De algum tempo pra cá, eu brigo com me padrasto às vezes, e até fico muitas vezes, aborrecida com a minha mãe. Mas com a minha irmã foi mais recente.

Ela já havia se queixado sim, de eu não contar nada para ela. Mas, eu nem sabia que isso a magoava tanto. E, eu sei que isso não melhora nada, e na verdade só me torna pior, mas eu não conto nada para ninguém aqui em casa. Simplesmente não falo. Converso sim, mas não conto coisas do meu dia, nem falo como me sinto. Essas coisas que as pessoas estão sempre dizendo que toda família devia fazer e que, aqui em casa, a minha mãe faz.

Eu converso com pouca gente, e falo de mim para menos gente ainda. Mas eu sempre quis me aproximar da minha irmã, mesmo que ela ache que eu sou um poço de desinteresse. Eu não me lembro de muita coisa de quando a gente era criança. Eu não me lembro de brincar com ela, quando a gente era pequena. Eu lembro de algumas coisas, mas ela já era mais velha. Eu lembro de que ela me levava junto às vezes, quando saia com o namorado. E também lembro que ela ficava no computador, jogado The Sims, e eu assistia. Mas eu lembro de sempre ter respeitado tudo que ela dizia, um pouco por medo até, como quando ela me mandava não entrar no quarto dela.

Enquanto ela sempre me acha desinteressada, eu sempre achei ela distante. Eu não sabia o que fazer para me aproximar, ou como começar a conversar realmente com ela depois de tanto tempo sem nunca ter feito isso. Minha maneira de demonstrar afeto em casa sempre foi através de abraços e beijos, de passar m tempo junto, mesmo que em silêncio, assistindo alguma coisa na TV. Eu fico abraçando tanto todo mundo que, somando isso à minha preguiça, minha irmã me chamava de “bichinho preguiça”.

Quando ela ficou magoada comigo, realmente magoada, antes de voltar para BH, ela não deixou eu me aproximar e dar m beijo no rosto dela. E isso me magoou também. Como eu já disse, não sou boa com palavras, pelo menos não com palavras faladas, então gestos são o que eu pratico. Ser rejeitada pela minha irmã assim doeu, muito, mesmo que eu não tenha deixado ninguém perceber. Eu já estou fazendo isso de “não deixar ninguém perceber” a tanto tempo, que falar é cada vez mais difícil.

Mas eu só me dei conta realmente, do que ela sentia quando eu li. Eu não sou perceptiva, não sou mesmo.  E me deixou ainda mais triste saber como ela se sentia.

Eu posso não ter deixado isso claro, ou ter dado a entender o contrário, mas não é assim. Sua companhia é importante para mim sim. Mas eu preciso da sua ajuda para atar esse laço, porque é muito difícil para mim.

Para um leitor, que provavelmente nem sabe que eu escrevo aqui


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Às vezes eu fico pensando… Fico pensando se deveria pensar tanto em você. Sabe, eu poderia me esforçar mais para te deixar para lá. Talvez eu até pudesse realmente deixar isso tudo para trás… Passei muito tempo sem te ver… e sem falar com você, também, não por falta de assunto, mas de oportunidade. E essas coisas ficam vindo à minha cabeça. Aí eu reparo que mesmo que seja para pensar em te deixar pra lá, eu estou sempre pensando em você.

E hoje, quando nos encontramos, por míseros dois minutos que fossem, foram dois minutos em que eu fiquei feliz em te ver, e em trocar aquela meia dúzia de palavras com você. E eu soube que foi recíproco. E foi o suficiente para me deixar feliz o dia todo. E para me fazer pensar nisso o dia todo.

Pelo menos nós finalmente estamos em paz, não é? Eu gostaria que você pudesse ler isso. Porque apesar de o texto estar péssimo, foi de coração. E foi feito para você.

Presentes


Un…Presentes… Temos muitas datas para dar presentes… Para receber presentes… Datas em que ficamos até esperando pelos presentes. E que, quando ele não vem, até ficamos chateados…

Mas os melhores presentes, são aqueles que vem sem data nem hora marcada… Aqueles que vem de surpresa, quando você menos espera. Sabe por que? Porque quando você ganha uma coisa quando não é data nenhuma para ninguém te dar nada, você sabe que, quem te deu aquilo fez isso porque se lembrou de você, de verdade. E a melhor parte do presente, não é o presente em si: é saber que você é lembrado por alguém, que você é querido por alguém. Não que os presentes sejam necessários para se saber que você é querido, mas é sempre bom ser lembrado disso, não é?

Não importa o tamanho, a cor do papel do presente (se tem papel). É como diz aquela velha frase, que muita gente diz (muitas vezes sem sinceridade): O que vale é a intenção. E o que vale realmente é a intenção, é o carinho, é a sinceridade.

Esse post não saiu do nada. Nenhum deles sai. Ou surgem de algo que aconteceu, ou saem de algo em que eu estou pensando. Hoje foi algo que aconteceu. Foi bem simples até, mas me inspirou (depois de muito tempo) a postar aqui. Minha irmã (deboraviveiros.wordpress.com – Palavra por Palavra…)  mais velha, aquela mesma que eu já citei várias vezes e que influenciou muito nos meus gostos musicais (ainda bem), saiu com a minha mãe. Tá, normal. Foram ao supermercado, e quando voltaram, ela trouxe um dvd pra mim. Um dvd que tem não apenas simplesmente (como se fosse pouco…) o Guns n’ Roses, como também o Whitesnake. Eu adorei o dvd, de verdade. Mas o que me deixou mais feliz, foi ela ter me dado uma coisa mesmo sem data nenhuma. Foi ter lembrado de mim. Obrigada, Dé!

Presentes, ah, os presentes….

"Rockthology: Guns n' Roses, Whitesnake, London Quireboys and Poison"

Meu dvd *-*

Sobre ídolos e Épocas 3: Bon Jovi


Mudei de ideia… O post do Aerosmith ficou para depois…Mas é que tem um cd do Bon Jovi tocando aqui e eu não resisti…

A banda Bon Jovi

Sobre ídolos e Épocas 3: Bon Jovi

Eu gosto muito do Bon Jovi. Muito muito. Mas o que diferencia ele dos outros artistas que eu gosto, é que eu gosto muito das músicas deles. O que eu quero dizer é: diferente das duas bandas anteriores, eu não sei (e não procuro saber) nada sobre os caras da banda. Nem sobre o próprio Jon Bon Jovi. Mas eu adoro as músicas. E meu cd “Greatest Hits” deles não para de tocar.

Tenho que admitir que nunca vi uma tradução das músicas. Mas eu tenho um inglês relativamente bom, e dá para entender alguma coisa. Em geral eu entendo melhor o começo e o refrão, algumas mais um pouco. Bem, citando as músicas que eu mais gosto, vamos ao meu “Top 6 Músicas do Bon Jovi”. (Sim, Top 6, porque top 5 é para os fracos)

6 – What do you got? (Do you got love?)

5- Misunderstood (Essa é bem conhecida…I should’ve drove all night,I would’ve run all the lights I was misunderstood aaaaah)

4 – Born to be my Baby (Acho que a maioria não conhece essa…mas eu gosto… You were born to be my baby And baby, I was made to be your man…)

3 – It’s my Life (Essa é bem conhecida também, mas muitos não sabem que é do Bon Jovi… It’s my life It’s now or never I ain’t gonna live forever I just want to live while I’m alive…)

2 – Always (Essa é profunda. E um tanto triste, mas eu gosto…And I will love you, baby, always And I’ll be there, forever and a day, always)

E em primeiríssimo lugar:

1 – Livin’ on a Prayer (Oooh we’re half way there Ooooh Livin’ on a prayer Take my hand, we’ll make it, I swear Ooooh Livin’ on a Prayer…Que? Eu acho ela contagiante.)

Agora sobre a banda….Eu só sei que ela é formada por 4 caras…Nem sabia se era assim no começo, ou se ainda eram os mesmos… ou se já foram substituídos…mas colei da Wikipédia, só para ver isso e sim, eles ainda estão lá:

Jon Bon Jovi: Vocalista Principal

Richie Sambora: Guitarras e Backing Vocals

David Bryan: teclados

Tico Torres: bateria e percussão

Coisas que descobri na wikipédia…

Músico adicional

  • Hugh Ronald McDonald– baixo, backing vocals (1994-presente) — esse é o que meio que substitui o Alec Such, mas ninguém fala isso porque o termo substituir é feio.

Ex-integrantes

  • Dave Sabo (The Snake) – guitarra solo (1983) – – Esse foi para o Skid Row depois
  • Alec John Such– baixo, backing vocals (1983-1994) e esse era importante lá, mas ficou bêbado demais e se foi… da banda.

Fora isso, sei mais nada. Só que o Jon era amigo do Sebastian Bach (Skid Row) e que ele não se dava com o Axl Rose (Guns n’ Roses), que também era amigo do Sebastian.

Mas eu realmente recomendo. As músicas são boas, as letras são profundas (só para vocês terem ideia, a tradução do começo de “Always”: “Este Romeu está sangrando, mas você não pode ver o sangue” [Se ela não te quiser eu quero, Jon]), e o vocalista é realmente bom. E muita gente pode discordar mas eu acho ele [cada vez mais] lindo.

Jon...Tem essa foto no encarte do cd...*suspiro* E essa é das mais atuais hein?

E vocês já devem ter reparado no meu “Crush” por cantores dos anos 80/90.

O engraçado é que eu lembro de que quando eu tinha uns 9, 10 anos, um tio me me deu um cd do Bon Jovi de presente de aniversário. Na época eu nem conhecia, e aí meu tio falou “Você pode até não gostar agora, mas vai chegar um dia que você vai gostar. E vai entender as letras.” É, tio, você prevê o futuro.

Sobre ídolos e Épocas 2: Jonas Brothers


Nick, Joe e Kevin ao vivo do Rio de Janeiro

The Jonas Brothers! Sim, eu tirei a foto. Não é a melhor, mas é a melhor dos 3 juntos.

Com um show do Nick tão próximo, eu não podia deixar de escrever esse. A única dúvida é se o Aerosmith viria antes o depois. Mas como o primeiro foi sobre uma banda de rock… (aos interessados: https://welcometotheblog.wordpress.com/2011/08/13/sobre-idolos-e-epocas-1-guns-n-roses/)

Jonas Brothers “passou”. Atualmente eles estão se separando (quer eles admitam ou não). Mas para algumas de nós, nunca vamos deixá-los de vez. Ou pelo menos, não tão fácil.

Os motivos pelos quais eu gosto da banda, não têm a ver com eles terem tido um auge há pouco tempo atrás. Não tem a ver com beleza. Tem a ver somente com a música.

Eu tenho que admitir que fui preconceituosa com eles. Eu nunca tinha sequer escutado uma música, e dizia que odiava. Eu não conhecia absolutamente nada, e agia como se fossem a pior banda que já existiu. Foi só por insistência de uma amiga (uma amiga que ama muito eles, principalmente o Joe), que eu escutei alguma coisa. A questão é que eu gostei. E desde então, tenho todas as músicas no computador.

Eu gostei do som. Achei que eles tocavam bem. E cantavam bem também, embora esse seja um ponto de discórdia em discussões com muitas pessoas. Mas o que eu gostei mesmo? Das letras.

Sempre achei que música tem que ter letra. Uma letra que faça sentido e fale de alguma coisa relevante. Nem todas as músicas que eu gosto tem letra, mas a maioria. E a maioria das músicas deles também.

Em uma época que qualquer coisa vira sucesso, principalmente se vivendo no Brasil (vide qualquer funk), eu achei as letras deles bacanas. Eles podiam ter escolhido uma palavra aleatória para repetir a música toda, mas não o fizeram. Elas falam de amor. Falam de abandono. De coração partido. De reconciliação. Falam sobre a superação deles mesmos (A Little Bit Longer sempre me faz chorar. Sempre.). Mas elas sempre falam de alguma coisa. Alguma coisa que importa.

Muitas falam sobre relacionamentos. E as minhas preferidas são as românticas. Nas músicas deles você encontra palavras que toda garota de 14 anos gostaria de ouvir de um garoto (vide Fly with me, Invisible, Fall e Lovebug). Bem, eu sou uma garota de 14 anos no fim das contas. E uma das mais românticas, aliás. Mas me identifico (identifiquei) com muitas das outras. Houve uma época que “Make It Right” dizia tudo que eu queria dizer para alguém. Alguém que não merecia e acabou com outro alguém, um alguém a quem “Poison Ivy” sempre caiu muito bem.

E foi isso que me fez amar os Jonas Brothers. As palavras deles.

Depois de começar a ouvir, eu quis vê-los ao vivo. E eu tive essa chance ano passado, na turnê de Camp Rock 2 quando eles foram ao Rio de Janeiro. Eu esperava ver minha diva lá também, mas por problemas maiores, (que se eu fosse opinar ia demorar demais) ela não pode comparecer. Pelo menos ela já está bem, “firme e forte”.

É claro que ela fez falta, mas o show foi perfeito. Não há como descrever como foi vê-los e ouvi-los tão de perto. Não há palavras para descrever como o Kevin é carismático, ou como o Nick sorrindo (coisa rara) é lindo. Ou como a presença de palco do Joe é contagiante. Ou como é emocionante ouvir “A Little Bit Longer” ao vivo, e como é impossível não chorar junto com o Nick. Ou como “Lovebug” foi perfeita.

Eles são os meus ídolos da minha geração. Da minha época. Os que eu estou acompanhando, e dos quais eu vou falar para os meus filhos quando eles me perguntarem quem eram meus ídolos. Os que fizeram um pouquinho de diferença, com suas letras com sentido. Os que talvez sejam esquecidos em breve pela maioria. Os que talvez eu não ame para sempre. Mas os que, com certeza e de uma forma inexplicável, me marcaram de uma forma inesperada para uma bandinha adolescente que eu odiava.